Há quem veja o cimento apenas como um material de construção.
Eu vejo alma, memória e possibilidades infinitas.
Desde o início da Penz Revestimentos, o meu olhar para o cimentício sempre foi movido por um misto de encantamento e curiosidade.
O cimento tem algo de ancestral, sólido, bruto, essencial, mas, ao mesmo tempo, guarda uma delicadeza imensa quando o tratamos com respeito e intenção.
É nesse ponto de encontro entre o técnico e o poético que nasce o trabalho da Penz: transformar matéria em arte e função.

1. O poder do cimento repensado
O revestimento cimentício é um daqueles materiais que transcendem o tempo.
Nas mãos certas, ele deixa de ser apenas produto e se transforma em superfície artística, textura, história e atmosfera.
Na Penz, o cimento é visto como um meio vivo, capaz de dialogar com a luz, com o toque e com o entorno.
Cada peça nasce de um processo artesanal e técnico, onde design e matéria se fundem para provocar sensações únicas no espaço.
“Escolher o revestimento certo é também escolher o tipo de emoção que se quer provocar.”

2. A beleza do cimentício está na “imperfeição“
O revestimento cimentício é uma daquelas matérias que nos ensinam sobre o tempo.
Ele não busca ser perfeito — ele busca ser verdadeiro.
Cada peça nasce de um processo artesanal, moldado por mãos humanas e pelo ritmo da matéria.
A leve variação de tom, a pequena porosidade, o toque irregular — tudo isso faz parte da sua identidade.
O cimentício não se repete: ele acolhe o tempo, registra o clima, absorve memórias e devolve sensações.
É um material que vive as estações como quem guarda histórias de uma vida.
Na Penz, acreditamos que a imperfeição é o que torna o cimento vivo.
Ela é o reflexo da produção artesanal, feita peça por peça, com cuidado, paciência e respeito pela matéria-prima.
Essa é a diferença entre um produto que nasce de uma fórmula industrial e outro que nasce de um gesto humano.
Cada pedra é única, e é exatamente essa singularidade que encanta arquitetos e clientes.
É o que faz com que cada espaço tenha personalidade, presença e emoção.
Mas é importante dizer: imperfeição não é defeito.
As nuances do cimento artesanal não comprometem sua resistência nem sua funcionalidade.
Pelo contrário — são elas que lhe conferem autenticidade e beleza.
Defeitos são erros técnicos; imperfeições, são marcas de origem.
Assim, o revestimento cimentício é como um espelho do próprio tempo:
vive, muda, amadurece e se torna ainda mais belo com os anos.
“O cimento não é estático — ele respira, transforma-se e acompanha a vida que acontece sobre ele.”

3. Peças de catálogo e criações exclusivas
Uma das maiores vantagens do revestimento cimentício é sua capacidade de adaptação.
Na Penz, é possível escolher entre coleções de catálogo — já equilibradas entre forma, cor e função ou desenvolver peças sob medida, criadas especialmente para o seu projeto.
Essa liberdade criativa faz do cimentício uma extensão do próprio projeto, permitindo que arquitetos e designers assinem superfícies únicas.

4. Versatilidade estética: um material que conversa com todos os estilos
Minimalista, industrial, tropical, retrô, contemporâneo — o cimento cabe em todos.
Por sua neutralidade e plasticidade, ele dialoga com diferentes linguagens arquitetônicas:
- em tons crus, revela a essência da matéria;
- com pigmentos, cria atmosferas sofisticadas ou vibrantes;
- com pintura, permite renovações e personalizações ao longo do tempo.
O resultado é sempre o mesmo: unidade e caráter no projeto.
“Um material, infinitas leituras.”

5. Sustentabilidade em cada detalhe: o cimento como aliado do futuro
O cimento, quando bem explorado, é um dos maiores aliados da sustentabilidade.
Por trás de sua aparência sólida e silenciosa, há uma matéria que acolhe o tempo, a história e o cuidado com o planeta.
Na Penz Revestimentos, nós acreditamos que a beleza não está apenas no resultado final, mas em como cada peça é produzida.
Por isso, adotamos um modelo de produção consciente, onde nada é descartado sem propósito.
A produção circular não é um conceito distante — é uma prática diária que guia nossas decisões e inspira nossas criações.
Produção circular e reaproveitamento de resíduos
Na Penz, o ciclo do cimento nunca termina.
Reaproveitamos não apenas os resíduos gerados durante nossa produção, mas também os rejeitos e sobras vindos de obras dos próprios clientes.
Tudo o que pode retornar ao processo é reintegrado, transformando o que antes seria descarte em matéria-prima novamente útil.
Esse modelo reduz drasticamente o desperdício e fortalece nossa relação com arquitetos, construtoras e parceiros, criando uma rede colaborativa que compartilha o mesmo propósito: produzir com consciência e respeito ao meio ambiente.
Água, luz e ar: a fábrica como organismo vivo
Nossa fábrica foi pensada como um organismo que respira.
A água utilizada em cada etapa é reaproveitada em um sistema fechado, garantindo que nada se perca.
As curas naturais substituem processos acelerados e energicamente intensivos, permitindo que o cimento seque e amadureça no seu próprio tempo, com ventilação cruzada e sem o uso de estufas.
A iluminação natural e o aproveitamento da ventilação dos pavilhões reduzem o consumo de energia e tornam o ambiente mais saudável para a equipe.
Cada detalhe foi pensado para que o espaço de trabalho e a natureza coexistam em harmonia.
A luz do dia entra, a brisa circula e o cimento respira junto com quem o produz.
Durabilidade: o gesto mais sustentável
Um material durável é também um gesto de cuidado com o planeta.
Quanto mais longa a vida útil de um produto, menor é o consumo de recursos e menor é a geração de resíduos.
O revestimento cimentício da Penz é projetado para atravessar o tempo — resistente, reparável e atemporal.
Ele não precisa ser substituído: pode ser renovado, repintado e reinterpretado conforme a história do espaço evolui.
“Sustentabilidade não é apenas um conceito técnico — é uma escolha estética e ética. É olhar para a matéria com respeito e permitir que ela viva o seu tempo.”

6. Facilidade de manutenção e longevidade estética
Ao contrário do que muitos imaginam, o revestimento cimentício é de fácil conservação.
Com uma boa instalação e selagem adequada, ele resiste ao tempo e pode ser mantido apenas com produtos neutros.
E mais: pode ser pintado ou renovado, mantendo sua beleza sem precisar ser substituído.
É um material que amadurece bem, ganhando pátina e história com o tempo — como a arquitetura que atravessa gerações.
7. Personalizações e design colaborativo
A Penz acredita que cada projeto tem alma própria, e que o revestimento pode ser a voz dessa história.
Por isso, arquitetos e designers são convidados a co-criar, explorando relevos, geometrias, cores e texturas exclusivas.
Cada peça é um diálogo entre técnica e emoção, um fragmento de arte aplicada ao cotidiano.

8. O futuro é feito de superfícies com significado
Optar por revestimentos cimentícios é escolher um material que une resistência, estética, sustentabilidade e liberdade criativa.
É permitir que a matéria-prima mais bruta se torne poesia.
Que o toque se transforme em experiência.
Que o espaço revele a personalidade de quem o habita.
O cimento não é frio.
É essencial.
E, nas mãos certas, é pura arte.

Um convite para se apaixonar pelo cimento
Falar sobre o cimento é, para mim, falar sobre o tempo, sobre o toque e sobre o gesto.
É lembrar que a beleza nasce quando o humano e a matéria se encontram — quando o fazer ganha alma.
Cada peça que criamos na Penz carrega essa verdade: o cimento não é frio, nem rígido.
Ele é sensível, moldável, cheio de histórias que se revelam a cada luz do dia.
É uma matéria que acolhe o tempo, absorve memórias e devolve emoção.
Eu convido você, arquiteto, designer, curioso, criador, a se apaixonar pelo cimento.
A olhar para ele não como um produto, mas como um meio de expressão.
A criar superfícies que contem histórias, espaços que despertem sensações e projetos que tenham alma.
Na Penz, acreditamos que cada traço pode se transformar em poesia, e cada molde, em um fragmento de arte.
Juntos, podemos dar forma ao invisível — transformar ideias em matéria, e matéria em emoção.
“O cimento é o começo de tudo. É o chão onde a arte e o tempo se encontram.”




Respostas de 2
Encantada com essa obra de arte. Na há limites para reinventar!!! ❤️
Linda apresentação e história de uma ideia que se transformou em realidade! Parabéns Fabiane Penz por nos ofertar estas belezas.